Enviar
 

DIA MUNDIAL DA ÁGUA
Será celebrado, mundialmente, no dia 22 de março, mais um dia da água. Esse ano, devido a prolongada variação climática ocorrida em diversas regiões do país há um alarde maior. Como nos anos anteriores, ambientalistas seguem criando diversas campanhas de conscientização que dão carona a uma série discussões, discursos e promessas.

Os temas preferidos tendem a se concentrar nos debates sobre volume disponível, crescimento do consumo, escassez de demanda, percentual de valorização comercial do produto e abordagens genéricas de preservação da natureza. Mesmo após tais debates, observa-se ao longo de décadas que os esforços dos nossos governantes têm sido insuficientes para proteger os direitos constitucionais da união, proprietária do subsolo.

O empenho na criação, aperfeiçoamento e fiscalização dos mecanismos legais de proteção do solo é inócuo. Logo, as ações visam predominantemente aumentar a arrecadação dos tributos com a indústria extrativa e a exploração comercial desse bem.

Um dos indicativos disto, é o contínuo aumento do nível de nitrato na água subterrânea das áreas urbanas e rurais em diversas cidades brasileiras, tornando-a imprópria para consumo. Dessa forma, não se vê políticas robustas e eficazes sendo aplicadas na sua contenção.

Animais, vegetais e lixo em decomposição, esgotos, criação intensiva de animais, adubos, agrotóxicos, pesticidas, poços artesianos abandonados e combustíveis, são os grandes vilões da contaminação por nitrato da água subterrânea. A primariedade com que esse assunto é tratado, também se reflete na água mineral. A partir disto, pode-se observar a maioria das marcas de produtores nacionais fazendo a “dança das gôndolas” nas redes de comércio atacadista do produto.

Ao que parece, a causa disso está ligada à estratégia de competitividade, alicerçada em políticas de curto prazo, busca de lucro imediato e limitação à prática esportiva de saltos exorbitantes nos lucros, resultante da maior demanda no verão.

Há muito a se fazer para aumentar a competitividade e o valor intangível de muitas marcas de fontes brasileiras acostumadas a um padrão conservador e de concorrência predatória. Nesse cenário, os gigantes multinacionais do ramo, nadam de braçadas na água mineral, faturando alto e se aproveitam da falta competitividade para adquirir ou arrendar fontes e propriedades dos brasileiros a preços simbólicos, reprisando as compras das indústrias, nos tempos iniciais da globalização da economia no país.

Texto de:
JACIR PINTO DE ARAÚJO, Consultor especializado em água mineral
GIOVANNA MONTEIRO, Estudante de jornalismo.
       
  Institucional Congressos Cursos Benefícios Notícias Produtos APAN  
  • A associação • Congressos APAN • Cursos APAN • Descontos para associados  
  • Membros APAN • Congressos Parceiros • Cursos Parceiros • Parceiros  
  • Sua História é nossa história • Cadastro  
  • História APAN 1954 a 2014 • Fotos  
• Linha do tempo APAN  
• Acervo de fotos  
  Av. Pacaembu, 746 - 10º Andar
Barra Funda - São Paulo - SP
CEP: 01234-000
Atendimento:
Das 13:00h às 18:00h
apanutri@apanutri.com.br
Telefones:
Tel.: (11) 3255.2187
 
Corpyright © 2013 - Associação Paulista de Nutrição. Todos os direitos reservados
Desenvolvido por IZ3